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Soam os tambores de guerra: A "hora zero" aproxima-se e Trump define a data... O Médio Oriente incendiar-se-á no final desta semana?

 


21 de janeiro de 2026 | MENA24.COM 

​Especial – Secção de Assuntos Internacionais

​Parece que a região do Médio Oriente se encontra hoje à beira de um vulcão prestes a entrar em erupção, uma vez que os relatórios de inteligência e as rápidas movimentações no terreno indicam que a contagem decrescente para um confronto militar "esmagador" entre Israel e os Estados Unidos, por um lado, e o Irão, por outro, já começou. Dados concordantes sugerem que o final desta semana poderá ser a data decisiva para o início das operações, no meio de avisos de uma guerra longa e dolorosa que afetará todos.

​Concentração militar sem precedentes: "Águias" na Jordânia e um porta-aviões no mar

​O Canal 12 hebraico revelou grandes movimentações militares americanas que sugerem intenções ofensivas claras. Foi detetada a transferência de um esquadrão de aviões "F-15E" (Strike Eagle) da Força Aérea dos EUA, da base de "Lakenheath" no Reino Unido para a base aérea de "Muwaffaq Salti" na Jordânia. Estas aeronaves são consideradas entre os caças de longo alcance mais perigosos, possuindo uma capacidade de carga de até 11 toneladas de munições, e destinam-se a realizar ataques em profundidade estratégica, o que reforça a hipótese de um ataque e não apenas de defesa.

​As estimativas militares indicam que entre 18 a 24 aviões deste modelo estão já prontos na base, apoiados por aviões de reabastecimento aéreo. Simultaneamente, o porta-aviões gigante americano "Abraham Lincoln" continua a abrir caminho em direção à região, encontrando-se a apenas 4 dias de navegação, transportando a bordo um arsenal aéreo que inclui cerca de 90 meios aéreos, completando assim a "enorme força de ataque" até ao final da semana.

​A mensagem de Trump: "Preparem-se para a dor"

​Num desenvolvimento notável que aumenta o nível de perigo, a plataforma "Hadshot Achshav" transmitiu uma mensagem de aviso em tom severo do Presidente americano Donald Trump ao lado israelita. Segundo o relatório, Trump apelou a Telavive para que se preparasse para um cenário de "guerra longa e dolorosa", avisando que a dor não se limitará a Teerão, mas atingirá também Israel. Trump definiu um prazo claro, afirmando: "Até ao final da semana concluiremos todos os preparativos para dar a ordem de abrir fogo".

​Teerão fortifica-se: Escudos chineses e russos

​Por outro lado, Teerão está ciente da dimensão da ameaça iminente. Relatórios israelitas revelaram que o Irão se apressou a reforçar as suas defesas aéreas, tendo adquirido recentemente sistemas avançados à China (modelo HQ-9B) e à Rússia (S400), numa tentativa de fechar o seu espaço aéreo às ondas de mísseis e ataques aéreos previstos.

​Num contexto relacionado, Reza Pahlavi, filho do antigo Xá do Irão, declarou à rede "Fox News" que o regime iraniano vive os seus "últimos dias", sublinhando que a rua iraniana aguarda um golpe militar decisivo para se livrar do regime, seja este americano ou israelita.

​A frente interna israelita: "O flanco exposto"

​Apesar dos preparativos ofensivos, a frente interna em Israel vive um estado de ansiedade. Avigdor Lieberman, líder do partido "Yisrael Beiteinu", lançou um ataque feroz ao governo, alertando para uma potencial catástrofe. Lieberman afirmou que mais de 3 milhões de israelitas vivem sem proteção adequada, indicando que o Irão responderá visando locais estratégicos e sensíveis. Lieberman citou o que aconteceu no último confronto, quando o "Instituto Weizmann" foi atingido e laboratórios contendo dados científicos históricos foram destruídos, alertando que a perda de tempo custará a Israel um preço elevado em vidas e bens.