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Ataque iraniano provoca incêndios em Ras Laffan: Catar alerta para o abismo regional e promete resposta


18 de março de 2026 (MENA24)

​O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Catar condenou veementemente o que descreveu como o ataque "brutal" do Irão à cidade industrial de Ras Laffan, afirmando que este ataque provocou incêndios que resultaram em danos materiais significativos nas instalações. Num comunicado oficial, Doha considerou este desenvolvimento uma escalada grave e uma violação flagrante da soberania do Estado do Catar, alertando para as suas repercussões como uma ameaça direta à sua segurança nacional e à estabilidade de toda a região.

​O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Catar expressou a sua veemente condenação das ações de Teerão, referindo que, apesar de Doha se ter mantido afastada da guerra em curso, o lado iraniano insiste em atacar o seu território e os países vizinhos. O Catar alertou que o Irão continua a adotar políticas de escalada que levarão a região ao abismo e arrastarão países que não são parte no conflito atual para o ciclo da guerra em chamas.

​O Ministério recordou a posição firme de Doha, esclarecendo que o Catar apelou repetidamente à necessidade de proteger as instalações civis e energéticas dos conflitos militares, incluindo as instalações localizadas no próprio Irão. Neste contexto, Doha dirigiu um novo apelo ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, instando-o a assumir as suas responsabilidades ao abrigo da Carta das Nações Unidas e a tomar medidas firmes e imediatas para travar estas graves violações e dissuadir os seus autores, a fim de preservar a paz e a segurança internacionais.

​No final do seu comunicado, Doha reiterou a sua posição firme quanto à proteção do seu território e dos seus recursos, afirmando que o Estado do Catar reserva-se o pleno direito de responder a este ataque flagrante, de acordo com o que lhe é garantido pelo direito internacional. O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Catar deixou claro, numa mensagem categórica, que o Estado não hesitará em tomar todas as medidas e procedimentos necessários para proteger a sua soberania, garantir a sua segurança e preservar a integridade de todos os seus cidadãos.